Biografia Chester Bennington Mike Shinoda Phoenix Farrel Joe Hahn Rob Bourdon Brad Delson Outros Links oficiais
Álbuns oficiais DVDs oficiais LPUnderground Demos Xero Outros
Álbuns oficiais LPUnderground Demos Outros
Hybrid Theory Reanimation Meteora Live in Texas Collision Course Minutes to Midnight A Thousand Suns Aparições Direção Participações Outros
Equipe Downloads

O Linkin Park fez o último show da tour chinesa nesta amanhã, a banda se apresentou na cidade de Pequim, no Estádio Beijing Workers. O show foi transmitido online, só que infelizmente devido à restrições, não foi possível assistir a transmissão em vários países (inclusive no Brasil). Joe Hahn se apresentou logo após o show em uma casa noturna em Pequim chamada “Boombar“, em mais uma “afterparty” oficial da banda. O setlist apresentado foi o mesmo dos outros shows da tour chinesa e você pode conferi-la abaixo:

Setlist:
01. Papercut (2015 Intro)
02. Given Up (Versão censurada) (Final estendido)
03. Points Of Authority
04. One Step Closer (Final estendido)
05. A Line In The Sand (Introdução no teclado)
06. From The Inside
07. Runaway (Encurtada) (Transição na ponte para Wastelands)
08. Wastelands
09. Castle Of Glass Experience (Com Wisdow, Justice and Love na ponte e Tha Radiance no final)
10. Leave Out All The Rest/Shadow Of The Day/Iridescent (Ballad Medley)
11. Robot Boy (Encurtada) (Instrumental)
12. Solo de Joe Hahn (Com Wretches And Kings, Victimized Remix, Buy Myself, Cure For The Itch, Session e Plc.4 Mie Hæd)
13. New Divide
14. Breaking The Habit
15. Darker Than Blood (Encurtada) (Primeiro verso e refrão acapela)
16. Burn It Down
17. Final Masquerade
18. Remember The Name (Versão censurada) (Encurtada) (Fort Minor)
19. Welcome (Versão censurada) (Fort Minor) (Transição no final)
20. Numb (Versos de Numb/Encore na introdução e no final)
21. In The End
22. Faint (Final Estendido)
———————————————————————————————————————-
23. Waiting For The End (Apache intro com versos da Until it Breaks) (Final com Wall Of Noise)
24. What I’ve Done (Com solo de guitarra na ponte)
25. Bleed It Out (Versão censurada) (Com introdução estendida e final estendido)

Agora a banda fará um intervalo de um mês, onde só voltará aos palcos na Bélgica, no festival Pukkelpop, dando início a sua tour européia. Lembrando que em breve, postaremos o link para download do stream.

Update: Você pode fazer o download do stream clicando aqui.

Fonte: LPLive

 

 

A banda fez seu penúltimo show da tour Chinesa na cidade de Chongqing, no Centro de Esportes Olímpicos de Chongqing. Ainda sem novidades na setlist, você pode conferir o que foi tocado no primeiro show da banda na cidade abaixo:

Setlist:
01. Papercut (2015 Intro)
02. Given Up (Versão censurada) (Final estendido)
03. Points Of Authority
04. One Step Closer (Final estendido)
05. A Line In The Sand (Introdução no teclado)
06. From The Inside
07. Runaway (Encurtada) (Transição na ponte para Wastelands)
08. Wastelands
09. Castle Of Glass Experience (Com Wisdow, Justice and Love na ponte e Tha Radiance no final)
10. Leave Out All The Rest/Shadow Of The Day/Iridescent (Ballad Medley)
11. Robot Boy (Encurtada) (Instrumental)
12. Solo de Joe Hahn (Com Wretches And Kings, Victimized Remix, Buy Myself, Cure For The Itch, Session e Plc.4 Mie Hæd)
13. New Divide
14. Breaking The Habit
15. Darker Than Blood (Encurtada) (Primeiro verso e refrão acapela)
16. Burn It Down
17. Final Masquerade
18. Remember The Name (Versão censurada) (Encurtada) (Fort Minor)
19. Welcome (Versão censurada) (Fort Minor) (Transição no final)
20. Numb (Versos de Numb/Encore na introdução e no final)
21. In The End
22. Faint (Final Estendido)
———————————————————————————————————————-
23. Waiting For The End (Apache intro com versos da Until it Breaks) (Final com Wall Of Noise)
24. What I’ve Done (Com solo de guitarra na ponte)
25. Bleed It Out (Versão censurada) (Com introdução estendida e final estendido)

Agora a banda segue para a cidade de Pequim, onde tocarão no Estádio Beijing Workers no último show da tour na China. Lembrando que esse show será transmitido ao vivo através deste link.

Fonte: LPLive

Continuando a tour chinesa, a banda tocou na cidade de Xangai, no Estádio Hongkou, onde se apresentou para mais de 30 mil pessoas. Após o show, Joe Hahn se apresentou como DJ em um lugar chamado “LUCE“, essa que foi considerada uma “after party” do show em Xangai. Ainda sem novidades, a banda tocou a mesma setlist dos dois shows anteriores. Você pode conferir ela na íntegra abaixo:

Setlist:
01. Papercut (2015 Intro)
02. Given Up (Versão censurada) (Final estendido)
03. Points Of Authority
04. One Step Closer (Final estendido)
05. A Line In The Sand (Introdução no teclado)
06. From The Inside
07. Runaway (Encurtada) (Transição na ponte para Wastelands)
08. Wastelands
09. Castle Of Glass Experience (Com Wisdow, Justice and Love na ponte e Tha Radiance no final)
10. Leave Out All The Rest/Shadow Of The Day/Iridescent (Ballad Medley)
11. Robot Boy (Encurtada) (Instrumental)
12. Solo de Joe Hahn (Com Wretches And Kings, Victimized Remix, Buy Myself, Cure For The Itch, Session e Plc.4 Mie Hæd)
13. New Divide
14. Breaking The Habit
15. Darker Than Blood (Encurtada) (Primeiro verso e refrão acapela)
16. Burn It Down
17. Final Masquerade
18. Remember The Name (Versão censurada) (Encurtada) (Fort Minor)
19. Welcome (Versão censurada) (Fort Minor) (Transição no final)
20. Numb (Versos de Numb/Encore na introdução e no final)
21. In The End
22. Faint (Final Estendido)
———————————————————————————————————————-
23. Waiting For The End (Apache intro com versos da Until it Breaks) (Final com Wall Of Noise)
24. What I’ve Done (Com solo de guitarra na ponte)
25. Bleed It Out (Versão censurada) (Com introdução estendida e final estendido)

Um pouco depois do show, o usuário “Vorist” do LPLive disponibilizou uma gravação em áudio do show e você pode fazer o download clicando aqui.

Fonte: LPLive

 

Seguindo os shows pela tour chinesa, a banda tocou na cidade de Shenzhen, no Complexo Esportivo de Shenzhen. Essa foi a segunda apresentação no país esse ano e o primeiro show da banda na cidade. Durante “Welcome“, Mike fez uma dedicatória a todos os fãs que esperaram tanto tempo para ver um show da banda. Você pode conferir o setlist do show abaixo:

Setlist:
01. Papercut (2015 Intro)
02. Given Up (Versão censurada) (Final estendido)
03. Points Of Authority
04. One Step Closer (Final estendido)
05. A Line In The Sand (Introdução no teclado)
06. From The Inside
07. Runaway (Encurtada) (Transição na ponte para Wastelands)
08. Wastelands
09. Castle Of Glass Experience (Com Wisdow, Justice and Love na ponte e Tha Radiance no final)
10. Leave Out All The Rest/Shadow Of The Day/Iridescent (Ballad Medley)
11. Robot Boy (Encurtada) (Instrumental)
12. Solo de Joe Hahn (Com Wretches And Kings, Victimized Remix, Buy Myself, Cure For The Itch, Session e Plc.4 Mie Hæd)
13. New Divide
14. Breaking The Habit
15. Darker Than Blood (Encurtada) (Primeiro verso e refrão acapela)
16. Burn It Down
17. Final Masquerade
18. Remember The Name  (Versão censurada) (Encurtada) (Fort Minor)
19. Welcome (Versão censurada) (Fort Minor) (Transição no final)
20. Numb (Versos de Numb/Encore na introdução e no final)
21. In The End
22. Faint (Final Estendido)
———————————————————————————————————————-
23. Waiting For The End (Apache intro com versos da Until it Breaks) (Final com Wall Of Noise)
24. What I’ve Done (Com solo de guitarra na ponte)
25. Bleed It Out (Versão censurada) (Com introdução estendida e final estendido)

Além disso, foi disponibilizado uma gravação amadora do show pelo usuário Vorist do lplive e você pode fazer o download clicando aqui. Agora a banda segue para a cidade de Xangai, onde tocará amanhã no Estádio Hongkou.

Update: Foi disponibilizado uma gravação amadora do show em áudio e você pode baixar clicando aqui.

Update2: Foi disponibilizada outra gravação amadora do show e você pode fazer o download clicando aqui.

Fonte: LPLive

O Linkin Park deu inicio a sua tour chinesa se apresentando na cidade de Nanquim, no Centro de Esportes Olímpicos de Nanquim. Esse foi o primeiro show na cidade de Nanquim e o primeiro na China desde o show em Xangai no ano de 2009. Já que a banda não fez ensaios para nova tour, como geralmente fazem antes de começar alguma tour, eles fizeram uma passagem de som no lugar onde o show aconteceu com “Given Up“, “Bleed It Out“, “Welcome” e “Remember The Name“, ambas censuradas à pedido do governo chinês. Em relação a setlist, a única novidade ficou por conta de “Waiting For The End” abrindo o bis pela primeira vez. Você pode a setlist na íntegra abaixo:

Setlist:
01. Papercut (2015 Intro)
02. Given Up (Versão censurada) (Final estendido)
03. Points Of Authority
04. One Step Closer (Final estendido)
05. A Line In The Sand (Introdução no teclado)
06. From The Inside
07. Runaway (Encurtada) (Transição na ponte para Wastelands)
08. Wastelands
09. Castle Of Glass Experience (Com Wisdow, Justice and Love na ponte e Tha Radiance no final)
10. Leave Out All The Rest/Shadow Of The Day/Iridescent (Ballad Medley)
11. Robot Boy (Encurtada) (Instrumental)
12. Solo de Joe Hahn (Com Wretches And Kings, Victimized Remix, Buy Myself, Cure For The Itch, Session e Plc.4 Mie Hæd)
13. New Divide
14. Breaking The Habit
15. Darker Than Blood (Encurtada) (Primeiro verso e refrão acapela)
16. Burn It Down
17. Final Masquerade
18. Remember The Name  (Versão censurada) (Encurtada) (Fort Minor)
19. Welcome (Versão censurada) (Fort Minor) (Transição no final)
20. Numb (Versos de Numb/Encore na introdução e no final)
21. In The End
22. Faint (Final Estendido)
———————————————————————————————————————-
23. Waiting For The End (Apache intro com versos da Until it Breaks) (Final com Wall Of Noise)
24. What I’ve Done (Com solo de guitarra na ponte)
25. Bleed It Out (Versão censurada) (Com introdução estendida e final estendido)

Fonte: LPLive

O lançamento de Welcome na semana passada mostrou que Shinoda está de volta com o seu próprio rap que reúne grandes melodias e instrumentais. Sobre sua volta e o possível novo caminho que seguirá com o Fort Minor, confirá a seguir. O site artist direct entrevistou Mike shinoda sobre tudo o que ele aprendeu desde “The Rising Tied”, o futuro do Fort Minor, o novo hip hop que ele cava, e outras coisas. Traduzimos a entrevista na íntegra pra vocês.

 

“Welcome” retoma de onde você parou com The Rising Tied, mas ao mesmo tempo soa como se você estivesse pisando em um território diferente também. 

Eu sinto como se eu tivesse aprendido diversos caminhos para se fazer uma música desde aquela época. Meu kit de ferramentas está muito maior agora do que era quando eu gravei o primeiro álbum do Fort Minor. Nesse meio está até mesmo o fato de que eu consigo cantar um pouco mais agora, naquela época eu ficava realmente desconfortável cantando. Eu provavelmente poderia fazer isso, mas não tinha tanta prática quanto tenho agora. Mesmo no estúdio – se você pegar o The Rising Tied – nós tínhamos acabado de sair do Hybrid Theory e Meteora, eu estava pensando tudo naqueles termos, fiquei me perguntando se eu tinha feito uma música fora desses dois álbuns, se isso seria mesmo aceitável para os fãs, para mim mesmo, e o que fazer com isso.  Muita coisa mudou.

 

Você escreve todas as letras fora ( antes de ir para a gravação) ou tende mais a improvisar na cabine?

Eu faço um pouco de mixagem. Tudo é escrito. Mas muitas vezes eu deixo a música correr e gravo, eu chamo isso de “traintracking it” (seguindo o trilho). Você coloca um par de trechos pra fora, e depois faz isso de novo. Você tentar gravar uma vez, e então tenta duas, três, ou mais quatro frases nisso. Na verdade eu aprendi isso observando o Jay-z. Há muitos artistas que fazem isso, Jay-z, Kanye West e Lupe Fiasco fazem tudo desse jeito. Isso funciona muito bem para mim. Eu faço um pouco disso, mas para o meu estilo, eu definitivamente volto e ajusto as palavras, e escrevo tudo para ter certeza e fazer um exame minucioso sobre o nível do que eu coloquei nos vocais.

 

Qual é  história por trás de “welcome”?

No momento eu estava um pouco frustrado. Ela é claramente uma música de um intruso ou estranho, estava sentindo como se eu não pertencesse ou sei lá.  Eu acho que volta para o que estava acontecendo, a banda estava em um ponto onde não havia muita coisa acontecendo, o que é relativo, porque tudo é sempre uma loucura com a banda. Estávamos em um tipo de “entre projetos” e eu não sei exatamente o que foi esse período. Eu estava refletindo sobre como eu terminei onde estou. Quanto mais eu olhava para isso mais eu sentia como “ ser um estranho não significa necessariamente que você tem que se sentir mal sobre isso”. Há um sentido de chegar a um acordo comigo mesmo na música, é engraçado porque foi orgânico e fluído, saiu tudo de uma vez só. Isso é incomum para mim. A música foi feita antes mesmo de eu saber. Eu escutei ela e foi como “Ai meu Deus, isso não é uma música do Linkin Park”.

 

Liberá-la depois de tanto tempo em hiato fez “welcome” ser realmente especial.

Essa música tinha que ser o tipo certo de canção a fim de ser a primeira em dez anos, não poderia ser qualquer música.  Eu fiz coisas antes e foi como “ Eu não sei se isso é Linkin Park” mesmo que fosse uma música do estilo Fort Minor eu poderia pensar “Será que eu realmente é com esse tipo de música que eu quero voltar depois de tanto tempo?” Seria um jeito estranho de voltar. Algumas dessas ideias acabaram se tornando coisas diferentes. Eu tinha uma onde a música terminou como uma interlude e algo assim. Quando Welcome surgiu, foi tudo feito muito rápido. Eu sabia que se eu tivesse feito pelo processo do Linkin Park muita coisa mudaria e eu não queria mudá-la. Mesmo se não houvessem mudanças, apenas a ideia de jogar alguma versão dessa música no palco com os seis caras da banda ali fazia parecer que ela  mandaria uma mensagem diferente. Imagine a diferença entre eu fazendo isso sozinho e eu fazendo  isso com o Chester. Seria totalmente diferente.

 

Você estabeleceu uma identidade para o Fort Minor.

Eu sei que inclui coisas que aprendi desde o Collision Course e o Meteora, que na verdade foi o período que lancei o primeiro álbum do Fort Minor. Pense no Minutes to Midnight, A Thousand Suns, Living Things, que foram álbuns feitos com o Rick Rubin, já o The Hunting Party, que foi um álbum que fizemos por nossa conta, tinha todas essas técnicas de escrita e abordagens criativas. O modo como pensamos e o modo como nos aproximamos das músicas é muito mais diferente do que era antes. Por exemplo, quando estamos escrevendo uma música para o Linkin Park, o que fazemos é pensar sobre com qual banda o som que fazemos se parece e o que essas bandas não são capazes de fazer o que nós podemos.

Se estamos escrevendo uma música que se parece com o U2, o que eles não conseguem fazer? È claro que eles não usam muitos eletrônicos, eles não fazem rap, e eles não soam tão pesados. Se estamos fazendo um som parecido com o Radiohead, acontece a mesma coisa. Eles podem fazer o mesmo tipo de eletrônico, mas não fazem rap. Eles nunca colocariam hip hop e coisas do gênero. Quando eu estava fazendo Welcome, eu estava meio que “Ok, o que eu posso fazer com uma música de rap que soe natural?”. Foi aí que a parte cantada e os aspectos mais melódicos apareceram. Com as evoluções dos acordes e com o jeito como eu acrescentei a música, pareceu muito diferente do Linkin Park. Uma vez que alcancei esta ponte, eu percebi: “Agora eu tenho uma bela e sólida canção de hip hop. Vamos ver no que dá”. Foi ai que esta provisão de rock com o teclado e baterias começaram a aparecer.

 

 

Qual foi a maior lição que você aprendeu com o Collision Course?

A partir deste momento,  sem perceber, eu estava seguindo para o rap e estava sendo um tipo de ouvinte. Eu estava definitivamente compondo as músicas do fundo do meu coração. Ás vezes, quando você escreve, você imagina um tipo de público ou pessoa ouvindo seu trabalho. É o mesmo pensamento de quando as pessoas escrevem uma música e querem tocá-la ao vivo para ver qual será a reação do público. Isso foi o contrário do que aconteceu no Collision Course e o que veio depois disso, porquê um vocalista de hip hop hardcore, como o tipo de pessoas que eu me divertia no ensino médio, na verdade não estavam lá. Elas não estavam no show. Eles não estavam no estúdio. Uma vez que eu trouxe isto para mim, eu disse: “O que o Mike do ensino médio diria sobre este verso?”, de repente eu fui desde “Nobody’s listening” no Meteora, até “Bleed it out” e “Hands Held High” no Minutes to Midnight. Esses versos eram muito mais complexos e verdadeiros ao tipo de hip hop que eu escutava quando estava crescendo.

 

O que o novo hip hop tem te inspirado a fazer?

Eu amo o que está acontecendo com o hip-hop no momento. Esta é uma das melhores épocas para o hip-hop ultimamente, porquê está tudo muito variado. Existem tantos artistas diferentes, abordando sobre coisas diferentes. Você tem que ouvir artistas como o Kendrick Lamar e o pessoal do Top Dog Entertainment, ASAP Rocky, Action Bronson e Joey Badass. Eu achei o novo trabalho do Drake (If you’re Reading this it’s too late). Isso me chamou atenção. Há muitos tipos diferentes de trabalhos rolando por aí. Chance The Rapper é realmente muito bom. Todo o estilo deles e as abordagens se destacaram, para mim, isto é muito legal. Quando “Welcome” saiu, muitos fãs ficaram meio que: “Isso me lembra o Kid Cudi”. Eu não acho que minha música se parece com a dele, talvez um pouco. Especialmente porque ele é muito musical. Existem muitos novos artistas aparecendo por aí.

 

Qual a sua visão do Fort Minor agora?

Eu diria que estou levando, Eu mal estou marcando shows ou aparições. O Linkin Park tem uma turnê na China e outra na Europa. Eu vou provavelmente tirar um tempinho, tipo uma semana para reagrupar e me rearranjar. Assim que começarmos com as turnês, haverá muito trabalho, estamos ocupados. Eu verei como serão as coisas com o Fort Minor. Mas uma coisa que sempre estou fazendo é escrevendo músicas e isto é ótimo. Entretanto, pode não ser bom para os caras da banda. Agora que a porta já está aberta, eu me sinto como se não tivesse problema em oferecer algo para os fãs, até porque já está feito, e é algo bom. As músicas não precisam ser singles ou grandes sucessos ao mesmo tempo. Para mim, isto tudo está virando mais como uma paixão ou como um projeto underground.

 

 

Acabam de ser anunciados dois shows do Fort Minor na Europa que acontecerão  na Dinamarca e Alemanha durante o período em que o Linkin Park estará em turnê pelo continente.

26.08.2015 Copenhagem, Dinamarca, Pumpehuset
02.09.2015 Berlim, Alemanha, Kesselhaus

11262031_10153570578203267_6907319882597777850_n

 

Para tocar na China o Linkin Park teve que mandar ao governo uma lista com as músicas que serão tocadas, afim de que as mesmas sejam analisadas e aprovadas. Nesta lista (disponibilizada na página do facebook  do LPlive.net) está constando Keys to the Kingdom, seria isso um indicativo de que ela será tocada ao vivo em breve? Ficamos na torcida.

 

11204967_10153570617463267_4610856997108270814_n

 

 

O site Harvard Business publicou um artigo sobre onde o Linkin Park deverá fazer seus investimentos futuros, já que a industria musical está se transformando pelos formatos digitais e por consequência a queda das vendas de mídias físicas. Você pode conferir o artigo abaixo:

Como os músicos ganham dinheiro hoje? A venda de álbuns está 11% mais baixa e somente os serviços de streaming aumentaram 28%. A tecnologia forçou os artistas do mundo da música a repensarem o modo como eles lidam com seus negócios.

Os artistas mais talentosos do novo cenário começaram a olhar para novos modelos de negócios e novas indústrias para fortalecer suas marcas. Eles estão estendendo suas marcas através de áreas como tecnologia, games, moda e conteúdos sobre o estilo de vida – tornando-se essencialmente plataformas de entretenimento. Aqui na Machine Shop, uma empresa de inovação do Linkin Park, nós percebemos alguns anos atrás a necessidade de pensar diferentemente.

A Machine Shop foi criada no quarto do baterista Rob Bourdon em 1999, quando a banda ainda estava enviando CDs para seus primeiros fãs, muito antes de qualquer música ter alcançado as rádios. A banda estava distribuindo seu primeiro álbum que eles mesmos haviam produzido, já que antes disso, eles haviam criado um “alarde” na internet sobre seu trabalho.

Jessica Sklar, que foi uma estagiária da banda e agora é chefe do Escritório de Estratégias da Machine Shop, transformou as discussões online em encontros (Meet Ups) e eventos com a banda durante os shows, desenvolvendo assim o que ficou conhecido como o Linkin Park Underground. Este fã-clube proporcionou a banda um conhecimento mais profundo sobre a importância do relacionamento direto com seu público. Atualmente, o Linkin Park é uma das maiores bandas no Facebook, com mais de 63 milhões de fãs ao redor do mundo, e é particularmente conhecida no Japão, Índia, Brasil, Alemanha e é claro nos Estados Unidos.

Por mais de uma década, o Linkin Park e a Machine Shop aproveitaram seu sucesso e continuaram sempre inovando. A banda lançou novos álbuns e começou a explorar áreas como os vídeo games, artes, conteúdos com vídeos, entre outras coisas. A Machine Shop começou a oferecer seus populares serviços de mídia para outras bandas, estúdios de filmes, canais de televisão e marcas. Mas em 2013, o Linkin Park e a Machine Shop tiveram que aceitar o fato de que a música digital (os downloads e os streamings) mudou a indústria radicalmente. Foi aí que eles começaram a se preparar para seu próximo desafio.

Linkin-Park-Brainstorm-Meeting_21

Um novo modelo

Eu (Kiel Berry, Vice Presidente Executivo da Machine Shop) conheci a banda neste momento transitório. Em vez de uma mudança gradual, eles queriam uma verdadeira mudança na Machine Shop, então a banda me colocou como Vice Presidente Executivo. Eu já tinha experiência em marketing, negócios e finanças – tudo fora do cenário musical. Quando eu vi o alcance e as potenciais oportunidades de negócios do Linkin Park, eu pude ver um belo mar azul, cheio de ideias.

Foi então que nós reestruturamos a Machine Shop para focar nas inovações através das parceiras não tradicionais de negócios e no pensamento criativo de design. Durante um ano, nós construímos um forte estudo de caso no design de moda e tecnologia. Uma vez que este trabalho já estava feito, nós percebemos que o gerenciamento do tradicional modelo de música teria que envolver um apoio para essas novas atividades inovadoras. A maioria das empresas de gestão constitui-se de profissionais da indústria de música e departamentos digitais – mas o que nós estávamos tentando fazer simplesmente não existia naquele cenário.

Então nós dividimos nossa agência de gestão em 2014 e nós trouxemos todas as operações comerciais. Assim como ressalta o fundador e co-vocalista Mike Shinoda: “Nossa meta era construir um time interno com os mais diversos talentos para apoiar os negócios não tradicionais que a banda pretendia seguir nos próximos anos.”

A mudança permitiu nos aventurar livremente nos diversificados modelos de receita para complementar nossas vendas na música. Nossa empresa opera agora como uma startup de tecnologia, com menos hierarquia e muito mais agilidade.

Para nos ajudar a pensar através dessa reestruturação estratégica, nós entramos em contato com a maior especialista em estratégias de marketing para as empresas de mídia e entretenimento, a professora da Escola de Negócios da Harvard – Anita Elberse. Com a ajuda dela e de seus alunos, nós conduzimos um estudo independente nos negócios do Linkin Park.

Durante a primeira fase, nós pesquisamos outros modelos de negócios de outros artistas. Na segunda fase, reestruturamos a Machine Shop, movendo-a a partir de um modelo de agência da marca para um modelo de inovação multifacetada baseada em quatro setores: de conteúdo de vídeo, parcerias globais da marca, de mercadorias e de capital de risco.

Ao completar esses estudos, nós já começamos a utilizar a estratégia da Escola de Negócios da Harvard. No meio de Maio deste ano, nós lançamos a Machine Shop, nossa empresa de capital de risco, que focará em investimentos de empresas focadas no consumidor, que se alinham com o modo da banda de se conectar com as pessoas e inovarem através da tecnologia e design.

Para ser mais claro, nós ainda estamos no ramo musical, mas a criação e venda de música agora tem mais um papel de apoio em nossa empresa. Enquanto nos preparamos para uma turnê na China neste verão, também estamos planejando para nos reunir com empresas de tecnologia, marcas de consumo e empresas de capital de risco para discutir oportunidades de parceria. É claro que vamos continuar com os shows e nos encontrar com fãs, como sempre fizemos. Mas além de continuar a produzir ótimas músicas, o Linkin Park está agora melhor posicionado para operar no cenário cultural e também no cenário de negócios, que estão sempre em constante evolução.

Redes
iconefeed
iconetwitter
iconelinkinpark
iconefacebook

iconegoogleplus
iconeinstagram
iconeorkut
iconeyoutube


SIGA NO SPOTIFY
COMPRE AGORA
DOE PARA O MUSIC FOR RELIEF
Facebook

Twitter

@LinkinParkbr

+LinkinPark:br
rededbs redelpladies redefm forum coluna
Busca
Afiliados
  • lpc
  • nm
  • eminem
  • muse brasil
  • madinalakebr
  • marron5br
  • a2media
  • rtrbr
  • lptimes
  • himbrasil
  • lpcz
Cheap Jordans Coach Factory Outlet Canada Goose Jacket Cheap Jordans For Sale Cheap Jordans Online Cheap Jordans Nike Air Max Nike Air Max Classic www.hireslava.com Nike Air Max Classic Coach Factory Outlet Online diesterwegstiftung-solingen.de Buty Nike Nike Sklep Nike Damskie Nike Air Max Classic Louis Vuitton Sale Cheap Jerseys Cheap Jordans New Jordans Cheap jordan shoes

Cheap Jordans | New Jordans | Louis Vuitton Outlet | Louis Vuitton Sale | cartier sunglasses | www.ems-sports.com | www.dreamstock.us | showlace.com | Cheap Jerseys

Louis Vuitton Outlet | Louis Vuitton Outlet | Louis Vuitton Sale | Louis Vuitton Shoes | Louis Vuitton Online Store