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No último dia 16, a MTV Brasil começou a exibir o documentário chamado The Ride. O documentário contra a trajetória da banda, contando alguns acontecimentos desde a época do xero, a entrada do Chester na banda até os dias atuais.
LinkinPark:BR disponibiliza para você, a gravação em HD deste documentário para você assistir quantas vezes quiser.

Você pode fazer o download do arquivo em MKV (1 GB) através deste link.

Resenha por Thaysa Pizzolato e Fotos por Wesley Carlos.

O forte calor que acometeu a cidade de Belo Horizonte no último dia 18 de outubro foi proporcional à empolgação das cerca de 20 mil pessoas que compareceram à segunda edição do Festival Circuito Banco do Brasil. Com apresentações interessantes e consistentes de Stereophant, Nação Zumbi, Titãs e Panic! At The Disco, a maioria do público parecia estar ali para ver o retorno do Linkin Park ao Brasil após dois anos de espera.

Guilty All The Same, primeiro single do mais recente álbum lançado pela banda norte-americana, The Hunting Party, foi um belo prólogo do grande show que estaria por vir. O riff da introdução, acompanhado de um coro incandescente, entretanto, não foi entoado por Brad Delson, que, diante de um problema de saúde, não viajou ao Brasil. Apesar da ausência notória do guitarrista, Benjamin Chandler, técnico de Brad, comandou as guitarras com muita nobreza.

Após um dia de sol forte e muitas e muitas horas em pé, o público pareceu não se importar com o iminente cansaço. As mais de 20 mil pessoas presentes na Esplanada do Mineirão tornaram o show do Linkin Park um verdadeiro espetáculo bonito de se ver e ouvir. O setlist, escolhido com muito êxito, agradou todos os fãs: de grandes sucessos do Hybrid Theory, passando por hits consagrados como Numb e Faint até músicas do mais recente álbum de estúdio, todas as fases da banda multi-facetada foram representadas. O show pareceu um verdadeiro mashup ao vivo, com direito a versões encurtadas e versões estendidas.

A avaria do espetáculo ficou por conta de problemas técnicos no teclado de Mike Shinoda. Durante diversos momentos, a dinâmica do show foi interrompida na tentativa de reparar os problemas no som. Ainda assim, o público não deixou a temperatura cair um segundo sequer. A banda contou com um coro de 20 mil vozes que não parou em nenhum instante, não diminuiu a intensidade e se mostrou afiado às letras, mesmo diante das músicas mais recentes.

Empolgado e extasiado com a receptividade em Belo Horizonte, Chester Bennington, de forma agradecida, disse: “Faz muito tempo desde que viemos ao Brasil e tenho que dizer, nós não poderíamos ter uma recepção melhor do que esta noite. Muito obrigado!” O público demonstrou gratidão até o fim, só descansando ao final do último acorde de Bleed It Out – em versão estendida. O show em Belo Horizonte foi a junção de uma banda vívida e um público insaciável que certamente já conta as horas e aquece as vozes para próximo show em solo nacional.

Setlist:
01. The Catalyst/The Requiem (intro mashup)
02. Guilty all the Same
03. Given Up
04. With You
05. One Step Closer
06. Blackout (reduzida instrumental)
07. Papercut (reduzida)
08. Rebellion
09. Runaway (reduzida)
10. Wastelands
11. Castle of Glass Experience (abortada por problemas técnicos)
12. LOATR/SOTD/Iridescent
13. Robot Boy (reduzida instrumental)
14. Solo de Joe Hahn
15. Numb (final com Numb/Encore)
16. Waiting for the End (intro com verso de Until It Breaks / final estendido)
17. Final Masquerade
18. Solo de Mike Shinoda (Wretches and Kings / Remember the Name)
19. Dirt Off/Lying From You (reduzida)
20. Somewhere I Belong
21. In the End
22. Faint

23. Burn it Down (reduzida)
24. Lost in the Echo (reduzida)
25. New Divide (reduzida)
26. Until it’s Gone (intro com verso de Points of Authority)
27. What I’ve Done (com solo estendido)
28. Bleed it Out (com solo de bateria de Rob Bourdon)

Essa semana o portal terra entrevistou o Linkin Park e falou um pouco sobre a passagem da banda pelo Brasil, você pode conferir a matéria na íntegra abaixo.

“Melhor do que nunca”, Chester promete “velho LP” no Brasil.

O auge do Linkin Park marcou bastante a trajetória de muitos fãs de rock que hoje estão na faixa dos 25, 30 anos. Com o lançamento de Hybrid Theory (2000) e uma posterior avassaladora turnê, que viria a desaguar nos shows do grupo em Houston e Dallas, no Texas, Estados Unidos, que deu origem ao aclamado CD e DVD Live in Texas (2003).Em seguida, veio o Meteora (2003), segundo trabalho da banda, que possibilitou um dos maiores da história do Estádio do Morumbi, em 2004, na Meteora World Tour , onde os californianos tocaram para 80 mil pessoas em apenas uma noite.

Depois disso, o Linkin Park começa a viver tempos de mudança. Começando com o disco especial em parceria com Jay Z, Collision Course (2004), que unia hits do rapper e da banda. Logo após, Mike Shinoda, um dos líderes do grupo, começa a entrar em projetos paralelos, como o Fort Minor, e o LP só voltaria com Minutes to Midnight, em 2007, bastante diferente da maneira como havia ganhado o mundo no começo do século.

Agora, em 2014, o conjunto resolveu voltar a fazer o que faz de melhor: som barulhento, muito barulhento. Agressivo, Hunting Party (2014) traz de volta um Linkin Park que parecia ter fica para trás. E é esse Linkin Park que Chester Bennington, aos 38 anos, quer levar para Belo Horizonte e Brasília, onde a banda toca neste sábado (18) e domingo (19), respectivamente, pelo festival Circuito Banco do Brasil.

“Eu fiz alguns shows na semana passada e… Nós poderíamos facilmente ter feito um show de três horas. Não teríamos problemas. Então acho que é muito bom estar na melhor forma da minha vida e na melhor idade da minha vida… Você sabe, 38″, afirma o vocalista, em entrevista exclusiva ao Terra .

Se o Linkin Park irá se manter nessa onda de som pesado definitivamente, só esperando para ver. Mas uma coisa é certa, ao menos por agora, podemos dizer que a banda voltou às raízes.

Veja, abaixo, a íntegra da conversa

Terra – Vocês estão voltando ao Brasil agora para dois shows neste fim de semana. O que vocês estão esperando dessa nova passagem aqui pelo país?

Chester Bennington – Nós gostaríamos de tocar na América do Sul com maior frequência, sabe, mas agora que estamos tendo a oportunidade de fazer esses dois shows, queremos fazer isso para nossos fãs. Durante todo esse tempo, estivemos entre turnês na América do Norte e Europa, então estamos animados de descer para aí, esperamos que nossos fãs estejam lá agitando na plateia como sempre fazem.

Terra – E a banda estará apresentando o Hunting Party, disco mais recente de vocês, e eu estava ouvindo ele há cerca de uma hora e o achei bastante parecido com a fase Hybrid Theory, no início da carreira do Linkin Park. Não sei se você concorda comigo, mas me parece um som mais agressivo do que aquele dos últimos álbuns…

Chester – Na verdade nós estávamos em uma fase de compor músicas de rock alternativo no começo (risos). Mas acabou indo para uma linha de que o som que fizemos caiu em um caminho que as pessoas esperam que nós trilhemos. Então nós começamos com esse grupo de músicas pop e Mike (Shinoda) estava sentindo que nós não estávamos cumprindo com nossas expectativas. Então nós partimos para outro conceito de música, com um disco mais pesado e agressivo, mais inspirador e visual, que fosse mais original.

Terra – E me parece um CD bastante genuíno, com um tipo de música que só o Linkin Park pode fazer, com sua voz agressiva, e as rimas de Mike Shinoda. Senti que, com esse disco, vocês acabaram recuperando alguns fãs que não estavam olhando para o Linkin Park com tanta atenção nos últimos anos. Você acha que a banda está voltando a fazer o som que fez dela o que ela é?

Chester – Eu acho que Hunting Party realmente não soa tão assim, quer dizer, porque é um disco pesado, acaba lembrando Hybrid Theory, mas, honestamente, acho o Hunting Party um disco muito mais pesado. Eu acho que é um CD melhor (que Hybrid Theory). Mas eu sei que nós desafiamos nossos fãs a vir conosco nesses caminhos dos últimos discos, pois eles gostam de coisas pesadas, sabe? E isso é legal, mas não era a pegada de Minutes to Midnight, Living Things pensava em uma música mais elaborada, mas nós levamos nossa banda a fazer o que fosse excitante para nós e não para tentar puxar mais nossa base de fãs. Mas eu sei que para muitos dos nossos fãs que gostam das coisas pesadas, isso (o disco) é algo que fazem elas dizerem: “Ieeei, é isso que queremos, eles estão fazendo a música que a gente gosta de novo”, então… isso é muito legal.

Terra – Sobre a turnê, os shows são bastante longos, não é? Algo como 28 músicas no set, isso é algo que vocês pretendem trazer ao Brasil, mesmo considerando o fato de que tocarão em um festival?

Chester – Sim, acho que a única mudança que vamos fazer é em relação ao tempo, pois há uma restrição de tempo. Então se não pudermos tocar por 1h45, 1h50, vamos cortar para, no máximo, 1h20, por exemplo, e tirar meia hora do set. Mas é, estamos tocando 28 músicas. Quer dizer… tem tudo (risos), basicamente tudo está lá.

Terra – Até Jay Z está lá! Não pessoalmente, mas…

Chester – Sim! A única coisa que não está representada é o Fort Minor e o Stone Temple Pilots, porque… né.

Terra – Vendo alguns vídeos do show na internet, me pareceu que vocês estão muito com aquela vibe do Live in Texas, com aquele som pesado. E você agora está com 38 anos! Como vocês estão se preparando para seguir com essa turnê tão agitada?

Chester – Bom, eu posso dizer com segurança que a minha versão de 24 anos não consideraria possível fazer esses shows. Eu falaria algo como: “de jeito nenhum, não posso fazer isso”. Então desde que eu tive um problema nas costas, há cerca de 10 anos, isso me fez acordar um pouco, e além disso tive algumas cirurgias nos ombros, isso meio que fez eu me cuidar mais, e outros caras me inspiram também. Dave (Phoenix, baixista) está sempre em forma. É meio que algo cultural, as pessoas com quem você anda acabam fazendo com que você faça o que elas fazem e vice-versa, então todos estão pensando em cuidar uns dos outros, comendo muito bem, com bastante saúde. Eu fiz alguns shows na semana passada e… Nós poderíamos facilmente ter feito um show de três horas. Não teríamos problemas. Então acho que é muito bom estar na melhor forma da minha vida e na melhor idade da minha vida… Você sabe, 38.

Terra – Sim, e sobre isso, vocês já estão há muito tempo na estrada. O que vocês buscam como inspiração para viajar para outros países e tocar suas músicas. O que faz vocês entrarem em um avião e virem para a América do Sul, um lugar tão longe de onde você está agora?

Chester – Bom, quer dizer, esse é o jeito que ganhamos nossa vida, é algo que amamos fazer, então quando as turnês aparecem é muito fácil “querer trabalhar”. Então nós amamos fazer o que fazemos e queremos fazer por muito tempo, até porque, no mundo em que vivemos, uma banda não pode sumir por 10 anos e voltar porque elas decidiram que querem. Porém, a ideia de pensar em fazer esses shows aos 50, 60 anos é muito louca (risos), sabe? Então nós queremos sair e fazer isso no nível mais alto possível enquanto pudermos. Queremos fazer isso por mais tempo possível, e eu sinto que quanto mais ficamos nisso, menos tempo passamos com nossos filhos, nossa família. Então acho que deve haver um balanço, devemos sempre buscar o equilíbrio. E eu acho que quando encontrarmos esse equilíbrio ficaremos bem, e poderemos fazer isso por muito, muito tempo.

Terra – Para a última pergunta, eu sei que vocês virão para cá agora, e isso é realmente muito legal para o país. Mas vocês irão tocar em duas cidades, e nós temos 26 Estados. Então, por todos os outros fãs de Linkin Park, depois dessa vez, quando vocês irão voltar para cá para tocar, não sei, quatro, cinco shows em cidades diferentes?

Chester – Acho que, infelizmente para nós e nossa equipe, a questão logística é a parte mais difícil. É um país muito grande e é muito difícil de se mover pelas regiões. Eu sei que essa é uma das razões que nos impedem de fazer mais turnês por aí. É muito difícil de garantir que nós teremos todos os pedaços para todos os shows se quisermos alongar uma passagem por aí. Então por isso não tivemos ainda a oportunidade de chegar e fazer mais shows, mas queremos estar aí com a maior frequência possível, e se pudéssemos, iríamos de lugar em lugar tocando de graça. Mas isso é um problema para muitas bandas, eu sei que diversos outros grupos gostariam de estar aí mais vezes. Mas acho que, na medida em que o mundo vai ficando mais acessível e moderno, isso também ajuda para que tenhamos mais oportunidades de ir aí com mais frequência.

Fonte: http://musica.terra.com.br/melhor-do-que-nunca-chester-promete-velho-lp-no-brasil,ba0319bc19e19410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

A nova música do Linkin Park chamada White Noise está agora disponível para download e stream de graça! A música faz parte da trilha sonora do filme do Joe Hahn chamado The Mall. O filme foi lançado oficialmente hoje.
Faça o download da música clicando aqui.

Vai ao show do Linkin Park em Belo Horizonte e quer reunir seus amigos para um aquecimento? Nós do LinkinPark:br juntamente com o LP Underground estamos organizando o 1º LPU Meetup no Brasil.

LPU Meetup BH

Onde? Almanaque Choperia & Espaço Gourmet (Shopping Cidade)
Quando? 17 de Outubro
Que horas? Às 19h

Lá você poderá conhecer outros fãs, compartilhar experiências de shows do Linkin Park, trocar itens da banda e muito mais. No local serão vendidas várias comidas e bebidas, confira aqui o cardápio.

Marque presença em nosso evento do Facebook!

Para saber mais sobre o local, visite o site oficial do Almanaque. Neste link você encontra o mapa de localização.
O encontro será registrado e as fotos postadas no site oficial do LPU.

Nos vemos lá!

Amanhã (14/10), Phoenix estará presente em mais um chat com os membros do LPU, a partir das 18h (horário de Brasília), respondendo perguntas sobre os shows no Brasil e a turnê The Hunting Party.

Nos vemos lá!

http://lpunderground.com/chat

O LinkinPark:br vai com exclusividade entrevistar Marc Ostrick (Diretor da websérie Lockout onde o Hybrid Theory foi uma das bandas da série) e Mace Bayers (Ex baixista do Grey Daze).
Se você não sabe nada sobre Marc Ostrick, ele entrevistou a banda e filmou um ensaio deles em um estúdio em 2000, quando ainda se chamavam Hybrid Theory. Você pode ver o vídeo desse ensaio e entrevista neste link. Podemos dizer que a entrevista concedida para a websérie Lockout, foi a primeira entrevista da história da banda. Além disso, ele também entrevistou Jeff Blue (produtor da antiga Zomba Music). Para quem não sabe, Jeff Blue foi o produtor que descobriu o Linkin Park no primeiro show da história da banda ainda como Xero no Whisky A Go Go. Você pode assistir essa entrevista através deste link.
Mace Beyers era baixista da banda Grey Daze, na qual Chester cantava antes de se juntar ao Linkin Park. Mace começou a trabalhar com o Grey Daze a partir do segundo álbum o No Sun Today e foi baixista da banda entre 1995 e 1998. Logo após, ele voltou em 2002 para a regravação do No Sun Today com o Grey Daze.
Tá afim de participar? Deixe sua pergunta para ambos nos comentários, as perguntas poderão ser feitas até o dia 25/10 (Sábado). Vamos escolher as melhores perguntas, use sua criatividade e boa sorte!

O Linkin Park tocará em Belo Horizonte neste sábado pelo Circuito Banco do Brasil e a multishow fará transmissão do show ao vivo tanto pela TV como pela internet.
Esta será a segunda vez seguida que a banda liberá transmissão do seu show ao vivo no Brasil, sendo a primeira no show em São Paulo no Anhembi.
Segue abaixo os horários das transmissões.

17:50 - Nação Zumbi
19:20 - Titãs
20:50 - Panic! At The Disco
22:30 - Linkin Park

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