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O Linkin Park toca no festival Circuito Banco do Brasil em Belo Horizonte no dia 18/10 na Esplanada do Mineirão e em Brasilia no dia 19/10 no Estacionamento Estádio Nacional.

Valores de ingressos:
- Pista Premium Ourocard: R$ 450 (inteira) / R$ 225 (meia)
- Pista: R$ 250 (inteira) / R$ 125 (meia)
- Lounge Ourocard: R$ 900 (inteira – R$ 400 do ingresso sujeito ao desconto na pré-venda + R$ 500 de serviço) / R$ 700 (meia – R$ 200 do ingresso + 500 de serviço)

A pré-venda será realizada exclusivamente pela internet no site www.tudus.com.br de 31/07, 00h00 (de quarta para quinta-feira), até 23h59 do dia 04 /08 (segunda-feira).
A venda geral de ingressos começa no dia 05 /08, as 7h pelo site de vendas www.tudus.com.br e a partir das 10h nas bilheterias oficiais. Confira abaixo os endereços e horários de funcionamento da bilheteria de cada cidade:

Belo Horizonte
Bilheteria do Mineirão – Av. Coronel Oscar Pachoal S/N
Segunda a sábado – 10h às 17h – em dias de jogo a bilheteria não funciona

Brasília
Central de Ingressos / Brasília Shopping – SCN, Quadra 05 Bloco A Asa Norte
Segunda a sábado – 10h às 22h
Domingos e feriados – 14h às 20h

Informações completas diretamente no site do Circuito Banco do Brasil.

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“Mall” talvez seja a estreia de Joe Hahn, DJ do Linkin Park, como diretor, mas certamente ele já vem trabalhando nisso desde que a banda começou. Assista ao clipe exclusivo de Mall:

Enquanto estudava no Art Center College of Design em Pasadena, Hahn, co-fundador do Linkin Park, dirigiu por volta de 30 vídeos da banda desde a sua estreia com Hybrid Theory, em 2000. Segundo ele, essa foi uma experiência imensurável, da qual ele pode fazer bom uso enquanto produzia Mall com os artistas Vincent D’Onofrio (que também produziu e co-escreveu o script de um romance de Eric Bogosian), Gina Gershon, Cameron Monaghan e James Frecheville.

“Os vídeos musicais são experimentos neles mesmos”, explica Hahn. “As próprias músicas indicam uma estrutura que você consegue seguir facilmente – você pode escolher construir uma narrativa concreta ou algo abstrato, que juntando com algumas técnicas visuais te ajudam a transmitir a emoção desejada. Então eu peguei essa ideia e introduzi na filmagem, onde o script tem que ser bem sólido, assim como uma música tem de ser sólida para que os vídeos sejam ainda melhores do que a música em si. É tudo uma questão de ir construindo aqui e ali, e tendo uma ideia do que você quer fazer e traçar um plano de como chegar ao resultado.”

Contudo, Joe curtiu ter mais tempo e recursos com Mall, que estreia nos cinemas dia 17 de Outubro, após estrear na Comic-Con desse ano em San Diego. “Para videoclipes temos apenas alguns dias para criar tudo,” Hahn observa, “e é mais voltado para a performance do que para o diálogo, que é mais característico em filmes. E nesse filme em particular eu tive 18 dias para gravar, então isso também foi muito bom.” E, Hahn acrescenta, a experiência dele com o fundamental da produção visual diminuiu qualquer apreensão que ele pudesse ter tido ao adentrar na esfera da longa-metragem.

“Eu não acho que tenha sido intimidado por qualquer coisa”, diz ele. “Eu acho que é uma questão de você explorar e dissecar como as coisas funcionam e escolhendo a equipe certa, os atores certos, tendo um ótimo script – e eu amei o script desde o momento que o li da primeira vez. Como diretor você desempenha um papel de liderança ao entrar num time que te apoia e vê suas ideias criarem vida, e também ir juntando as ideias dos outros. Eu acho que o que me fez ficar envolvido em algo assim é que não há espaço para o nervosismo. Eu olhei por um lado divertido, e realmente não fiquei nervoso. É parecido com tocar em shows; as pessoas me perguntam sobre ficar nervoso no palco, mas eu também me divirto muito e acabo não me preocupando com nada disso.”

Para a trilha sonora de Mall, Hahn ficou com o “time da casa”, usando seus companheiros de banda Mike Shinoda, Chester Bennington e Dave Farrell, além do compositor Alec Puro. “Eu conheci o Puro em uma turnê porque ele era baterista numa banda chamada Deadsy alguns anos atrás, então foi legal tê-lo conosco porque ele é um ótimo amigo,” disse Hahn. “Há três canções na trilha que se encaixam perfeitamente com o que está acontecendo e acabaram se tornando temas bem particulares durante o filme. Algumas delas eram só umas ideias que o Linkin Park tinha que não se encaixavam direito em parte alguma, e foi assim que encontramos um lugar para elas. Aí o restante foi um monte de experimento que Alec e eu conseguimos juntar, mas definitivamente foram inspiradas nas músicas da banda.” Hahn não sabe dizer se terá um álbum da trilha sonora de Mall, mas assegura que “temos um álbum inteiro que vale a pena mostrar.”

Hahn vai avançar o lançamento de Mall com uma exibição de arte, pouco antes da estreia do filme, no Gnome Gallery em Los Angeles, com peças “inspiradas pelo filme” de mais de 50 artistas. Enquanto isso, Hahn e o Linkin Park estão em turnê com o 30 Seconds To Mars e AFI, que termina no dia 19 de Setembro em Concord, Califórnia – apesar do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante no filme Dallas Buyer’s Club (2013) de Jared Leto (vocalista do 30STM) nunca ter sido visto. “Vou ter que ver se ele tem mesmo,” Hahn diz, rindo. “Ele deve carregar o Oscar por aí em uma mala com ele. Nunca se sabe.”

A faixa “All For Nothing”, que conta com a participação de Page Hamilton, do álbum “The Hunting Party” está presente na trilha sonora do jogo Pro Evolution Soccer 2015! A versão demo já conta com a música, e está disponível para download nas plataformas PS3, PS4, Xbox 360 e Xbox One.

PES 2015

*Agradecimentos ao Wagner Luis pelo vídeo.

O Linkin Park está concorrendo nas categorias “Melhor Show do World Stage” e “Melhor Banda de Rock” no MTV EMA. Esse ano, a premiação acontecerá em Glasgow, Escócia. Você poderá ajudar a banda a ganhar os prêmios, votando através dos links abaixo.

Melhor Show do World Stage: http://la.mtvema.com/votar#cat=best-worldstage

Melhor Banda de Rock: http://la.mtvema.com/votar#cat=best-rock

Durante uma entrevista para a Montreality, Mike Shinoda contou detalhes sobre quando foi questionado pela MTV para trabalhar com Jay-Z, a possibilidade de um “Collision Course” 2 com Eminem e a atual situação do Hip Hop. Confira:

O músico de Agoura Hills, Califórnia, lembrou quando Jay-Z e os outros ficaram “chocados” ao receber seus mashups para o EP em conjunto, “Collision Course”.

“A MTV foi até o Jay e disse ‘Queremos fazer um show’”, disse Mike. “Eles perguntaram ‘com quem você quer fazer?’ e Jay disse ‘com o Linkin Park’. Aí, eles vieram até nós. E minha primeira resposta basicamente foi mandar as músicas porque ele já tinha a versão acapella do Black Album disponível. Peguei as acapellas dele e as minhas – acho que meu MPC e meu laptop estavam no ônibus. E misturei algumas faixas. Aí mandei de volta pra ele. Eu disse ‘Sim, nós adoraríamos fazer isso. E a resposta dele de volta foi ‘Oh, merda’. Mas a maior loucura é que, na real, eles nem sabiam no que estavam se metendo, porque mal sabiam eles que eu cresci fazendo mashups. Foi assim que aprendi a fazer batidas, e assim que aprendi a fazer rap em primeiro lugar.”

Em se tratando de lançar um projeto similar ao “Collision Course”, mas com Eminem, Shinoda revelou que iria a fundo para trabalhar em tal projeto com o músico de Detroit.

“Bom, a ideia de trabalhar com o Eminem é tipo – os fãs… eu já tinha pensado nisso antes,” disse ele. “O Eminem é ótimo. Eu cresci ouvindo a ele. Na verdade, eu já o conhecia antes mesmo de ele ser assinar com alguma gravadora… ‘Em’ fazia shows no The Roxy pra tipo, 300 pessoas em LA, indo ao palco drogado e tal e caindo por tudo. E ele pegava o microfone e ia à loucura. E as pessoas adoravam. Eu adorava. Ele sempre foi demais. Dito isso, eu acho que ele é demais. Se a oportunidade vier eu definitivamente aceitaria – mesmo que fosse só pra fazer o instrumental e ele fizesse os vocais. Não há nada de competitivo nisso pra mim. Ele é talentoso e eu iria nessa.”

Como membro do grupo de Hip Hop Fort Minor, Shinoda foi questionado sobre a atual situação do Hip Hop. Ele aplaudiu o gênero por ser algo que quebra barreiras, mas também criticou aqueles que fazem sempre a mesma coisa que todo o resto.

“O que está funcionando agora para o Hip Hop é que muitas barreiras para adentrar a esse mundo estão sendo quebradas,” disse Shinoda. “Muitas barreiras entre gêneros e locais… Acho que tudo isso está… Não digo obsoleto, mas não é mais importante como antes… Quando tudo o que você escreve é sempre a mesma merda que todo mundo escreve… Não é um avanço, entende? Ao mesmo tempo, ‘ah, ok, não quero ouvir mil músicas sobre as mesmas coisas.’ Mas aí vem alguém e escreve uma música sobre a mesma coisa que é fantástica. Eu ouvi músicas do Pusha-T que normalmente eu ficaria entediado ao ouvir, mas o modo como ele faz é impressionante.”

Hoje, 11/09/2014, comemoramos 10 anos da primeira apresentação do Linkin Park no Brasil. O maior show, o maior público, no maior país da América Latina.

O texto abaixo foi escrito pelo nosso colunista e jornalista Eduardo Vasconcelos, que vale a pena ler.

Para sempre o maior

A memória me trai. Já não sei se foi exatamente às 22 horas. Mas, se houve atraso, não deve ter sido maior do que de cinco minutos. O que veio depois, entretanto, é como uma chama que não se apaga, um rio que não seca ou uma brisa que não para de soprar. O que veio depois ficou para sempre.

Já vi shows grandes, mas nada como aquilo. Um estádio, uma banda, dois álbuns, quatro anos de mainstream. Esses números minúsculos parecem não fazer sentido quando se percebe que 75 mil pessoas se reuniram naquele sábado para pôr os pulmões para fora. Muitos – a maioria, provavelmente -, pela primeira vez.

Durante uma hora e quinze minutos, o Linkin Park fez o que se tornou o maior show de sua carreira. E nos deu uma das maiores experiências de nossas vidas: saímos de nossas cidades, lidamos com a ansiedade e o inesperado, vestimos camisetas pretas e vimos rostos tão felizes expressando que sentiam o mesmo que nós.

Ao redor do que foi a apresentação da banda, amizades foram feitas, colegas se tornaram amigos pessoais, pais acompanharam filhos, tios fizeram a alegria de um sobrinho. Duvido que aquele 11 de setembro de 2004 tenha sido apenas um show, ou simplesmente o que selou com chave de ouro a turnê de Meteora.

O que torna tão especial aquela noite é a sua espontaneidade, que nunca mais se repetirá. Numa época em que a internet ainda engatinhava no Brasil, o impecável set list despejou uma surpresa atrás da outra, e a realidade só bateu quando a característica guitarra de “One Step Closer” rasgou os ouvidos. Não era o anúncio de uma despedida, mas sim de um elo imortalizado.

Há exatamente dez anos, o Linkin Park fazia, no estádio do Morumbi, em São Paulo, seu maior show. A memória começa a nos trair os detalhes, mas tudo o que veio depois, em decorrência daquela dia, se tornou, à sua maneira, tão importante quanto.

Nos vemos em Belo Horizonte. E em Brasília.

A banda subiu recentemente mais um episódio e último LPTV, relacionado a sua recente passagem na Europa. Neste episódio, podemos ver algumas cena do backstage do Download Festival.

Essa faixa faz parte dos créditos finais do filme.

Mike subiu mais um vídeo do seu Vlog no canal oficial da banda. Desta vez, podemos ver ele fazendo algumas samples e batida.

Em vídeo, a banda confirmou que o próximo LPU Summit será em Amsterdam, Holanda. O LPU Summit é uma convenção do LPU que envolve várias atividades dentre elas perguntas e respostas, tocar nos instrumentos que a banda usa e assistir um set acústico.

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